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Mostrando postagens com o rótulo Cinema

Coringa: Um Grito de Socorro da Sociedade Contemporânea

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Cara leitor, acredito que o título já deixe claro que este texto é para tratar do filme do Coringa {eu, o outro escritor do blog, não o que escreveu esse artigo, pergunto: Porque todo mundo escreve Coringa e não Curinga que é o mais correto?!} [Porque sim! Assinado: o autor do texto!] brilhantemente protagonizado pelo Joaquim Phoenix e dirigido, também de maneira brilhante por Todd Phillips. Então como vocês já sabem, este texto contém spoilers a partir da segunda parte e caso alguém aí não tenha visto o filme ainda, não diga que eu não avisei e vá ver o mesmo agora! Acreditem em mim, vale muito apena. Eu verdadeiramente amei este filme e acredito que todos deveriam vê-lo, contudo creio que antes de falar dele propriamente dito, preciso fazer dois pequenos adendos. O primeiro é que eu sou o público-alvo deste filme. Nunca fui fã dos heróis estadunidenses, tenho muito pouco conhecimento sobre os mesmos e correndo o risco de ser repetitivo, reafirmo que nunca tive grande interes...

Turma do Cebolinha, ops, quero dize Turma da Mônica Laços, que filme!

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Vou começar o texto fazendo um “mea culpa”, pois não sou um grande leitor de Tuma da Mônica. Tive mais acesso as animações, mas adoro verdadeiramente tudo que vi e li do maior quadrinho nacional. Gostem ou não, está é a realidade! E é por isso que Turma da Mônica Laços não é somente uma adaptação cinematográfica muito aguardada da obra, como também muito merecida e sensacional! Alô Netflix e demais cineastas estadunidenses que tentam adaptar quadrinhos japoneses, vocês deveriam conversar com o Daniel Rezende e sua equipe, tenho certeza que eles têm boas dicas para dar para vocês. De volta ao filme. Toda a trama gira em torno do sumiço de Floquinho, o cachorro do Cebolinha. No melhor estilo Sessão da Tarde, a turminha saí em uma aventura atrás do melhor amigo do homem, digo, do menino. O impressionante é exatamente isso, a trama em si obedece a um estilo de narrativa já bem conhecido do público, mas consegue encantar, emocionar e surpreender. E não é só isso, o filme transita de...

Uma arma poderosa: a trilha sonora

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Sim senhoras e senhores, este texto é sobre uma das armas mais poderosas dos conteúdos audiovisuais: a trilha sonora! Em momentos certos, a trilha pode levar um filme da nota 2 para nota 4, no entanto, em momentos errados, pode ser a derrocada de uma cena que estava genial. Vamos refletir um pouco sobre isso? Começando pela minha área de especialidade neste blog, os animes! Se formos falar de aberturas e encerramentos a lista fica enorme, se incluirmos aí temas durante a animação então, lascou. Aqui vamos ficar com Shingeki no Kyojin como exemplo. Detalhe importante: eu não estou lendo o mangá, apenas vendo o anime. Amei as duas primeiras temporadas, embora a terceira tenha me decepcionado. Não dá para falar do desenho sem falar de sua primeira abertura, Guren no Yumiya. Ela é fantástica, me lembro como se fosse ontem: idos anos de 2013, a abertura é mostrada como trailer, o hype foi às alturas! Guren no Yumiya trazia a força do conceito de Shingeki no Kyojin. Suas outras abertu...

Dragon Ball Super: Broly. Um filme curiosamente confuso

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Vou começar este texto confessando os meus pecados. Primeiro que estou chamando este filme de confuso, não porque ele seja confuso em si mesmo, seu roteiro ou algo do tipo, mas porque minha experiência com ele foi confusa. Enquanto escrevo ainda não sei o que pensar. Segundo, não vi Dragon Ball Super, na verdade não consegui nem passar dos fillers iniciais, em que 90% da história era baseada nos filmes: A Batalha dos Deuses (2013) e Renascimento de Freeza (2015). O que li e ouvi pela internet me desanima em dar uma nova chance ao Super, mas quem sabe um dia. Enfim, vamos à resenha. A parte técnica do filme reflete a minha experiência com o roteiro, confusa. Se por um lado a TOEI acertou em cheio na trilha sonora, que é maravilhosa, errou, e muito, na animação. Ela é inconsistente, com frames horríveis que conseguiram me tirar da história em alguns instantes. Ponto negativo para a maioria das cenas de luta, algumas eram muito exageradas, rápidas demais, tão rápidas que não consegu...

Capitã Marvel

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Um deleite! Essa foi minha sensação ao ver Capitã Marvel nos cinemas. Um excelente filme de origem e digo que um dos melhores filmes de herói nos moldes clássicos que já vi. Senti-me com oito anos vendo Christopher Reeve com sua capa vermelha e acreditando que um homem podia voar, ou melhor, nesse caso, uma mulher! A ação do filme é bem pontuada, o humor tem o tom e a intensidade certos, a exposição de informações é orgânica e faz sentido dentro da trama, além de o filme ter um “deus ex gato”, o que me ganha com facilidade, tem Samuel L. “F” Jackson solto em uma atuação ótima, e bem diferente do que temos visto dele nos filmes Marvel. Começando com a escalação de atores e atrizes, para mim Brie Larson está prodigiosa no papel de Carol Danvers. Ela passa com clareza as emoções fortes, o senso de responsabilidade, a gana e teimosia da personagem. Eu acreditei que ela era uma militar de um planeta distante. O texto ajuda, mas ela vende muito bem o papel. Sou suspeito a falar...